30:MIN #179 – 2666 – Roberto Bolaño

2666 - Roberto Bolaño

Sejam bem-vindos, leitores e leitoras ao 30:MIN, sua meia hora alucinógena de literatura. Nesta edição, Vilto Reis e Jefferson Figueiredo unem seus poderes para poder falar sobre o enorme 2666 de Roberto Bolaño. Descubra as influências do escritor, suas variadas obras e como 2666 pode ser um livro, vários e todos ao mesmo tempo. Ah, e #cecilialeiabolano

 

Nos recadinhos que são a coisa mais linda desse cast:

 

 

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Além de 2666 (2004), outros livros do Roberto Bolaño comentados no episódio:

  • Os Detetives Selvagens (1998)
  • Estrela Distante (1996)

 

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Editado por Luis Beber

Luís Beber Author

Editor de podcast mas sonha em ser detetive de animais.

Comments

    Nicole Ayres

    (Março 29, 2017 - 6:10 pm)

    Não sou capaz de opinar porque ainda não li rs
    Mas está na lista infindável de autores a conhecer.

    Bjs!

    Fábio Alves

    (Março 30, 2017 - 10:57 am)

    Olá Bom Dia!
    Quero deixar aqui algumas ideias das quais sempre cercaram a leitura que fiz de Bolanõ, desde que o conheci ao ser citado na Literatura Espanhola por meio do Livro “Soldados de Salamina” de Javier Cercas, uma obra aclamada na Espanha e que conta com relatos sobre a Guerra Civil Espanhola, mas isso fica pra outro dia e desejo que vocês leiam também essa obra. Quando Javier cita Roberto Bolaño em sua obra, um novo prisma sobre essa literatura espanhola abriu-se diante de mim, Roberto apresentou um novo mundo para mim, principalmente, quando falamos de um autor que usa da linguagem como a sua maior arma. Bolaño era um homem sistemático mas liberto em sua escrita e então por isso ele lia, re-lia e reescrevia demais os seus livros, ele detinha essa técnica e aprendeu isso com Edgar A. Poe, essa é a sua essencial referência, mas lembro que vocês citaram Borges, que também é uma linha da qual Roberto seguiu. Devo concordar que Estrella Distante torna-se massante em certo ponto mesmo, porém, a construção da citação dos mais importantes artistas literários de sua época e a trama montada sobre um mistério de seu personagem principal e o caminho trilhado por seu alter-ego para a descoberta de sua novela é envolvente demais, a construção dessa novela, a primeira publicada em Blanes, nasceu de uma necessidade de falar sobre essa violência que viveu num Chile tomado pela ditadura. Eu entendo que para um podcast, o assunto deva ser curto, sucinto e direto, porém, é preciso citar que Bolaño viveu num Chile ditatorial, viu a revolução literária de perto, era membro de um movimento no México, quando imigrou com a Família para lá, devemos lembrar que a seu primeiro romance foi feito quando ele tinha apenas 6 anos de idade, ou seja, Bolaño foi e sempre será um autor incrível e primordial da literatura hispânica. Não se deve esquecer que ele foi preso, lutou pela liberdade dos amigos, escritores e poetas que infelizmente morreram e ele mal soube onde seus corpos foram enterrados ou se existem corpos. Esses relatos estão espalhados em suas obras, em suas linhas e suas palavras. Por saber que a morte lhe era doula, Roberto Bolaño descreveu sua havida permanência entre os simples humanos desse modo, com afinco, com vida, com vontade, para que pudéssemos viver em pura catarse ao lê-lo. OBS.: Aconselho as pessoas que nunca o viram a se prepararem, sim, afaguem o espírito e o selem com o tanto de coisas que ele receberá porque sim, essa é uma recepção de alma, Bolaño requer uma leitura de peso e gosto.
    OBS 2.: Ceci, leia Bolaño sim, ele é tão bom quanto Ubaldo.
    OBS 3.: Leiam sim Llamadas Telefonicas e Detetives Salvajes, se puderem e se souberam, em Espanhol, é foda para C@#$%¨&!!!

    Abraços e valeu pelo podcast, foi legal!

    Diniz Bortolotto

    (Maio 1, 2017 - 6:18 pm)

    Vejam o que dá ficar “represando” podcasts. 😛
    Só hoje fui ouvir esse sobre o Bolaño e o seu 2666 (que ainda quero ler um dia) e fui surpreendido pelo sorteio. o/ Porém, fui ver meu cadastro no Padrim e estava em branco/desatualizado! 🙁
    Hoje atualizei e vou entrar em contato por e-mail. Espero que eu ainda possa ficar com o presente! 😉

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