Autor: Miquéias Sartorelli

Graduado e mestrando em Letras pela UNESP. Tem interesse especial por cinema e violão de concerto.

A presença do cânone em ‘Sargento Getúlio’, de João Ubaldo Ribeiro

Sargento Getúlio discute a realidade sertaneja, fornecendo valioso material para reflexões de caráter nacional e, ao mesmo tempo, condensa indagações fundamentais sobre a existência De Paulo Afonso a Barra dos Coqueiros,…

O sentido precário em Beckett

Um sentido precário marca Esperando Godot O mundo não faz sentido, nem depende de nós para continuar a existir. Se desaparecermos um dia, talvez não muito distante, as coisas vão…

O leitor que se foda?

Bernardo Carvalho na Flip 2016: “Não me interessa se o leitor lê ou não lê; eu quero que se foda. O que eu quero é fazer minha literatura”. Será? 02 de…

Pedro Páramo e o silêncio de Juan Rulfo

Juan Rulfo imprimiu seu nome no cânone universal com apenas dois livros. Depois disso, retirou-se num enigmático silêncio que o acompanharia até a morte, na Cidade do México, em 1986….

Kafka, a lei e nós

O que podemos compreender (ou não) sobre Política a partir de Franz Kafka? Você certamente já passou por uma situação kafkiana. Basta lembrar de algumas forças que nos afetam diariamente,…

Por que ler Guimarães Rosa?

Sobre como a leitura das obras de Guimarães Rosa auxilia a reconhecer as diferenças do outro A educação básica e, sobretudo, os cursinhos pré-vestibulares têm uma categoria curiosa para enquadrar…

Duelo e solidão em ‘O Velho e o Mar’

Em O velho e o Mar, o escritor Hemingway capta a teia de contradições, menos inverossímil do que desveladora, das nuances humanas e seus paradoxos intermináveis Talvez a vida seja…

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