Vivian Moraes

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Sonetos herzoguianos para orgulho do “Boca do Inferno” e sarro de quem lê

A carnavalização amorosa e sociopolítica em Sonetos de amor em branco e preto, de Manoel Herzog Em Sonetos de amor em branco e preto (2016), o escritor Manoel Herzog libera a verve clássica – o soneto é uma forma clássica de 14 versos decassílabos (mormente) – sem perder a exuberância fescenina. Ao longo das 150 […]

O desassossego poético de Guilherme Antunes

O livro Teoria geral do desassossego (um ensaio de afetos), do escritor Guilherme Antunes, é de uma estranheza e, ao mesmo tempo, de uma verossimilhança, que desconcerta o leitor O livro Teoria geral do desassossego (2016), de Antunes, é dividido em blocos: “Das palavras encantatórias”, “Do cafajeste lírico”, “Do amor”, “Das existencialidades (ou sobre culpas […]

Todos os poemas de amor são ridículos!

Poemas ridículos de amor sem medo de serem ridículos “e viveria assim/ todos os dias até o fim,/ faça chuva ou carnaval,/ ao sol ou a sós,/ sob o som da tua voz.” Amorcalipse (Penalux, 2016), do escritor Múcio Góes, é um livro modernoso, com belíssimas ilustrações de Juca Oliveira. Fala de amor, e claro, da […]

A incrível experiência artística de ‘Mosteiros’, de Nathan Sousa

Mosteiros, quinto livro do escritor piauiense Nathan Sousa, coroa uma trajetória nos versos do autor que é tão competente com as palavras e seus meandros, suas rimas, seu ritmo e suas referências Em relação ao conjunto dos poemas de Mosteiros (2015), é quase impossível selecionar um ou dois como exemplo do que o livro traz. Ele […]

“Nenhum aceno será esquecido”: uma saga da mulher nordestina

A força da mulher nordestina sobrevive neste romance Nathan Sousa já é veterano em literatura, tendo publicado cinco livros de poesia – um deles, Um esboço de nudez (Penalux), finalista do Jabuti 2015. Sua estreia como romancista se dá, agora, em Nenhum aceno será esquecido, pela mesma editora. A narrativa é simples, fluida e convida à leitura […]

Almas de Porcelana e um coração angolano que canta a sua pátria

A forte poesia de porcelana de Gociante Patissa chega ao Brasil quando não se tem direito a ter medo do relento só deus pode ser pai Gociante Patissa é um poeta experimentado. Depois de oito livros lançados em seu país de origem, Angola, e também em Portugal, ele chega ao público brasileiro — com uma […]