A ressurreição da mentira em “Grito”, de Godofredo de Oliveira Neto

Uma senhora na casa dos oitenta. Um jovem de dezenove, quase vinte, anos. Dois apartamentos em Copacabana. E a Arte. Na verdade, inverta a ordem aí. Coloque a Arte na frente. É ela, afinal, a personagem central dessa metalinguagem (e o que não o é hoje em dia?) em forma de romance dramático. A Arte […]