10 livros para não temer a morte

Uma seleção de dez livros para quem ainda tem medo da morte A morte sempre foi a mais temida das nossas companheiras. Desde que o mundo é mundo, aliás, desde quando passamos a habitá-lo, o medo da morte, esse grande mistério da vida, sempre nos perturbou. Não podemos afirmar, é certo, se essa preocupação abateu-se […]

Pensar para ler, ler para pensar (ou Schopenhauer nosso de cada dia)

Schopenhauer propõe a questão que muitos de nós evitam (ou simplesmente ignora) “Ah, essa pessoa deve ter pensado muito pouco para poder ter lido tanto!” A arte de escrever – Schopenhauer É difícil para nós, ávidos leitores, admitirmos. Como todo viciado, negamos o vício até a morte. Escondemo-nos dessa pergunta atrás de dezenas de páginas […]

Pequenas impressões sobre o amor

Você saberia dizer a diferença entre amor e paixão? Não é fácil escrever sobre o amor, um tema difícil, complexo, dá aquele receio de escorregar no piegas. Afinal não vivemos mais nos tempos do sentimentalismo exagerado. Em compensação caímos no outro extremo: o do lento empobrecimento da percepção dos sentidos na era dos “amores” imediatistas. […]

Resenha: A arte de escrever – Arthur Schopenhauer

O livro é uma coletânea de cinco ensaios de Schopenhauer, são eles: Sobre a erudição e os eruditos, Pensar por si mesmo, Sobre a escrita e o estilo, Sobre a leitura e os livros e Sobre a linguagem e as palavras.
O estilo do autor na apresentação de seus argumentos é simples e direto, o que, por consequência, o faz atacar a filosofia “complexa” de Hegel, seu contemporâneo. Segundo ele o outro filósofo escrevia muito sem dizer nada, uma crítica contra erudição, denunciada por ele:

“Espíritos de primeira categoria nunca se tornarão especialistas eruditos. Para eles, como tais, a totalidade da existência é que se impões como problema, e é sobre ela que cada um deles comunicará à humanidade novas soluções”. (Pág. 31)

O filósofo denuncia o rumo que a literatura alemã estava tomando, como nos trechos: Read more about Resenha: A arte de escrever – Arthur Schopenhauer