Vagão dos Leitores, a preferência para quem lê

Que leitor nunca se decepcionou ao entrar em um transporte público preparado para devorar seu livro durante a viagem e depara-se com a ausência de lugar disponível para sentar e apreciar o livro que está aguardando ser lido? Alguns se arriscam a ler de pé, outros deixam a frustração presente. Tem horas que a pergunta ilustra a mente decepcionada: E se existisse uma lei preferencial para leitores?

Adesivo sobre o assento preferencial para Leitores.

Nas últimas semanas o metrô em São Paulo tem ganhado novos adesivos para assentos preferenciais. Nenhuma lei nova foi decretada, mas os publicitários Vinicius Dias e Fabiano Gonçalves saíram por aí colando adesivos em defesa ao “Assento reservado para leitores”. O objetivo da ação é ir além de um assento para um leitor: é ganhar um vagão exclusivo para leitores, o vagão dos leitores.

Enquanto não conquistam essa realização (que todo leitor agradeceria, afinal, ler em pé é sempre trabalhoso e não lê-lo por falta de lugar é pior ainda) eles colam adesivos pelo metrô paulistano incentivando à leitura. Os adesivos respeitam a ordem: nunca ocupam o espaço reservado por lei, já determinado.

adesivo-vagao-leitores

Quem quiser colaborar com a ação pode fazer o download do adesivo e colar em algum metrô.

E caso você encontre um adesivo pode tirar uma foto e mandar com a demarcação #vagaodosleitores, as melhores fotos vão parar no Tumblr oficial da ação.

 

E você, o que acha dessa iniciativa?

Dayane Manfrere
Comunicóloga como primeira formação se aventura agora no mundo das Letras. Colunista e revisora no Homo Literatus (as vezes também traduz). Escreve seus pensamentos no Enquanto a Chuva Caí e tem uns contos publicados por aí. Uma Shakespeareana sem cura, que ama Poe, Wilde e Tchekhov.
Dayane Manfrere
Comunicóloga como primeira formação se aventura agora no mundo das Letras. Colunista e revisora no Homo Literatus (as vezes também traduz). Escreve seus pensamentos no Enquanto a Chuva Caí e tem uns contos publicados por aí. Uma Shakespeareana sem cura, que ama Poe, Wilde e Tchekhov.
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