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Uma curiosa da palavra escrita, contada, cantada. Leitora e questionadora incurável. Formada em Letras, especializada em Literatura. Amante de Filosofia e Psicologia.
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Recent Post byDri Calderaro

A cegueira da visão na atualidade: a lucidez de José Saramago

José Saramago, em Ensaio sobre a cegueira, trata das mais variadas questões sobre a humanidade, sobretudo das relações interpessoais em momentos de crise Na epígrafe está a obra “Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.”: esta é a epígrafe de Ensaio sobre a cegueira e, conforme José Saramago, epígrafes muitas vezes são o melhor que […]

“O poeta e o fantasiar”: do fingidor ao olhar freudiano sobre a escrita

Qual seria a função do poeta ao pensar e produzir a sua poesia? Estaria ele fantasiando ou de fato sentindo o que escreve? “O poeta é um fingidor Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente.” O poema pessoano Autopsicografia, como o título nos indica, é obra que […]

Psicanálise e Literatura: a fala terapêutica no conto Angústia, de Anton Tchekhov

Em Angústia, Anton Tchecov analisa a psique da perda e da solidão de um homem após a perda de seu filho, bem como o isolamento social dele Em Angústia, um cocheiro que não encontra com quem falar acerca da perda de seu filho: esse é o tema do conto de Anton Tchekhov. A descrição de um […]

Considerações sobre romance e realidade

Qual é o comprometimento do romance com a realidade? Esse gênero literário reproduz e transporta a realidade para ficção? O romance busca capturar a realidade, mimetizá-la. Tal reprodução, no entanto, não necessariamente deve ser fidelíssima ao que se observa no plano real: pode-se dizer que o romance tenta apreender a realidade e transportá-la, transportar seus […]

“O Corpo”, conto de Clarice Lispector adaptado para o cinema

A adaptação de “O corpo”, de Clarice Lispector, torna claro quais são os significados do conto e mostra o ser humano em seu estado puro O conto clariceano “O corpo” foi adaptado para o cinema por José Antônio Garcia. Essa adaptação não deixou lacunas nem tampouco criou demasiadamente sobre a obra a ponto de deturpar o […]

Morte em Veneza – Do livro ao filme, da epifania à queda

Um momento suspenso no tempo, breve como o escoar da areia na ampulheta observada por Aschenbach, perceptível somente no final, “quando não resta mais tempo para pensar a respeito”: assim nos afigura a via crucis de Gustav Von Aschenbach em A morte em Veneza, livro de Thomas Mann transposto com precisão e originalidade para as […]