Joachin Azevedo

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É doutorando em História Cultural pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Tem interesse em história literária; história dos intelectuais e história da arte. Assim como o filósofo francês Georges Bataille, acredita que falar sobre arte é lidar com algo que está em "ebulição, vive... arde...". Impossível, portanto, "falar dela com a frieza que o juízo, as classificações, pedem...".

Uma ponte entre o Brasil e a Alemanha com Sérgio Buarque...

Talvez o historiador Sérgio Buarque de Holanda (1902-1982) seja mais conhecido nacionalmente devido ao célebre ensaio sobre a história cultural brasileira, intitulado Raízes do...

Duas ou três notas sobre o Marquês de Sade

Em seu testamento, o marquês afirmou o seguinte: “Proíbo que meu corpo seja aberto sob qualquer pretexto que seja. Peço com o mais vivo...

João Antônio ou o Novo Jornalismo Brasileiro

"A linguagem despojada de João Antônio caracteriza uma literatura, portanto, franca e rebelde".   O termo New Journalism designa um movimento cultural de vanguarda originado nos...

O anarquismo profético de Tolstói

O conde russo Leon Nikoláievitch Tolstói (1828-1910) possui uma consolidada fama internacional que tem resistido aos modismos do tempo. Oriundo de uma tradicional linhagem...

Literatura e decadência em Às avessas

Às avessas (1884) é um romance do escritor e crítico de arte Joris-Karl Huysmans (1848-1907), nascido de pai holandês e mãe francesa. Apesar de...

Pompeyo Gener e as patologias literárias

A literatura moderna já foi colocada, em diversos momentos, no banco dos réus por vários tipos de autoridades instituídas como, por exemplo, médicos e...

A correspondência entre Monteiro Lobato e Lima Barreto

O carioca Lima Barreto viveu entre 1881 até 1922. Apesar de ser autor de inúmeras crônicas e cerca de 8 romances, além de centenas de contos, só alcançou reconhecimento, como homem de letras, postumamente. Teve a vida pessoal marcada pelos estigmas do preconceito de cor e do alcoolismo. Monteiro Lobato, paulista, viveu de 1882 até 1948. Foi editor de um impresso e gráfica chamada "Revista do Brasil". Esse texto aborda parte das cartas, relatos de glórias e também de misérias, trocadas entre esses dois intelectuais.