Tag: morte

Colaboradores do Homo Literatus falam sobre a perda de Gabriel García Márquez

No dia 17 de abril de 2014, o mundo perdeu um de seus maiores escritores. Aos 87 anos, Gabriel García Márquez faleceu após ter...

30 após sua morte, surge a pergunta: Julio Cortázar morreu de Aids?

Após 30 anos sem Julio Cortázar, a revista Ñ, suplemento cultural do argentino Clarín, levanta um polêmico episódio de 2011: a possível causa da...

Neruda: a voz calada que não pode, nem nunca irá, se calar

Neftalí Ricardo Reyes Basoalto, ou melhor, Pablo Neruda, faleceu em Santiago, Chile, no dia 23 de setembro de 1973. Exatos doze dias após o...

Poesias Pensadas: Morte – Cláudia de Villar

Morte Se eu tiver sorte, Driblarei A morte. Se tiver algum jeito, Dela escaparei Com Respeito. Mas, se minh’alma Quiser Salvação, Terei que partir Para, Pessoalmente, Pedir Perdão. Poesia e pensamentos a todos.

A morte impulsionando a literatura

Recentemente li no site do jornal Correio Braziliense que um grupo de poetas e escritores promovem encontros para falar sobre a morte. A ideia...

Quinta da poesia – Luto

Dói! Ver um amigo ou familiar sendo tragado pela morte dói. Saber que ele não estará mais ao nosso lado, saber que não estaremos mais vendo suas risadas, ouvindo suas palavras, que não estaremos mais lutando juntos neste campo de batalha que é a vida.

Morte à poesia – Juliano Rodrigues

"As editoras desistiram de publicar poesia, esgotaram as possibilidades" A resposta de Raphael Draccon, escritor e editor foi mais ou menos esta durante a...

A sonhadora poesia mortal do imortal Mário Quintana – Vilto Reis

Em seu ensaio Em defesa de uma certa normalidade, a psicanalista Joyce Mc Dougall apresenta a seguinte frase: “Quem de nós está a altura...

Crônica: Quando não nos resta escolha – Juliano Rodrigues

Há momentos em que sentimos que nossa sanidade está se esvaindo, que a rotina, as tarefas, estão nos consumindo e retirando algo de nobre...

Resenha: As Intermitências da Morte – José Saramago

“No dia seguinte ninguém morreu”; diz Saramago, expressando toda a sua capacidade de síntese, já na primeira frase de Intermitências da Morte. Confesso que quando...