Autor: Mario Filipe Cavalcanti

Advogado graduado pela Ufpe, escritor, leitor voraz e pianista retraído, é ainda algumas coisas mais e, sobretudo, absolutamente nada.

Esconderijos do tempo: a poética das coisas pequenas, de Mario Quintana

O faz do poeta Mário Quintana tão amado e admirado ainda hoje? Não há dúvidas de que Mario Quintana é um dos maiores poetas brasileiros e, assim, da língua portuguesa….

O grande romance de Simenon: a França de Vichy, um anti-herói formidável e a neve sempre suja

Enquanto o protagonista se revela, a neve vai ficando cada vez mais suja Um escritor que ganhou lugar de destaque na minha biblioteca, junto a Robert Walser, Franz Kafka, Clarice…

O “quê” de kafkiano no Impeachment de Dilma

Franz Kafka, com seu romance O processo, faz o que podemos nomear como “prenúncio” do suplício de Dilma “Alguém devia ter caluniado Josef K., pois sem que ele tivesse feito qualquer…

Eduardo Lages e o ativismo literário na Avenida Paulista

Em um pequeno stand improvisado na Avenida Paulista, Eduardo Lages vende diariamente o seu livro Querido Jaime, enquanto escreve outro, que se chamará Enxame Voltaire, o pai da ironia, costumava dizer…

A nadificação do “eu” e o sarcasmo aniquilador na obra de Robert Walser

A literatura de Robert Walser é marcada pela apologia do nada Um dos escritores menos lidos pelo público brasileiro é, sem sombra de dúvidas, o suíço de língua alemã Robert…

O chamado de Lovecraft

Desconhecido em vida, Lovecraft se tornou conhecido graças aos amigos que publicaram sua obra Notei, um dia desses, que tanto o primeiro, quanto o último livro que comprei para ler…

Gogol, Stefan Zweig, um app na Play Store e o problema de emprestar livros

Sobre emprestar livros e aplicativos que prometem solucionar o problema Como o barbeiro Ivan Iákovlévitvh, passei uma vez por um acontecimento de inaudita estranheza quando, sentado à mesa da cozinha e…

Um mundo a despeito dos homens

Há um mundo sem os homens? Ou ainda mais: há humanidade no mundo dos homens? Sobre o livro de Frank Neres: Mundo sem fim Quando Nietzsche escreveu as primeiras linhas daquele…

HITLER REPUBLICADO: cinco pequenas razões para concordar, uma grande para não

O que o mundo deve pensar sobre a reedição de Mein Kampf, de Adolf Hitler 2016 já vai começar com uma notícia daquelas, que há muito vem dividindo a opinião do…

Um tal de “B.” e o seu contrário, de Bruno Liberal

Em O contrário de B., Bruno Liberal desenvolve contos que são verdadeiros socos no crânio Já dizia o Kafka que um livro deve ser “como um soco no crânio” para que…

@homoliteratus on Instagram