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Sergio Trentini

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Sergio Trentini é estudante de jornalismo, mas já cursou psicologia e administração. “Essa eu termino” é uma frase que gosta de repetir, tanto para a faculdade do momento, quanto para as histórias que começa a escrever. É escritor, mas acha pouco sensato dizer isso em voz alta. A primeira vez que tentou escrever um livro foi com onze anos. A última; ontem.

Conto: As janelas de Luiz

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Eram quatro retângulos de bordas marrons, as janelas. Dividiam-se formando uma cruz com os espaços brancos da parede, e juntas formavam um retângulo maior. Todas as quatro janelas possuíam um sistema de trava do...

A rotineira identidade funcional

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Bom dia. Bom dia. Foi um bom dia assim, meio arrastado. Pelo menos não havia sido ignorado como das outras vezes. Disse um bom dia assim, meio incisivo. Porque seus cumprimentos haviam sido ignorados por ela...

7 dicas de Kurt Vonnegut para escrever bem

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A primeira dica  é “encontre um assunto que você se importe”. No meu caso, ‘dicas de escrita por escritores que respeito’ é o assunto. A segunda dica é “não divague”. Então, perdoem-me pela tradução...

Conto: O Barulho da Foda

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Ele apontou meu ombro e pediu que limpasse as caspas. Agradeci a gentileza. Pediu uma cerveja para nós dois. Deixei claro qual era a minha orientação sexual e ele falou “relaxa, cara, se quisesse te...

Meu amigo Otto

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Tenho um amigo chamado Otto. Ele é muito inteligente e entende de tudo. Da teoria da relatividade à teoria das cordas; das notas musicais e da pluralidade da semiótica; da história política sul-americana e...

As algemas que escritores usam

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A premissa de começar o texto com um questionamento faz parte de uma nova escola literária. A escola eu-tenho-a-resposta-dessa-pergunta-cabulosa-me-leia-por-favor. Não basta exigir atenção do leitor, precisamos prendê-lo. Em uma única linha aprisioná-lo pelos próximos...

A moldura do medo

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Romper a barreira do som é fácil. Quero ver conversar com aquele desconhecido – mas deveras atraente – na parada de ônibus. Quando você finalmente decidiu romper a tal barreira de timidez que havia entre...

Loucura coletiva

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Um coletivo que nos atira de um lado para o outro, acaba, uma hora ou outra, mexendo com nossos cérebros. Somos atirados para cima e para baixo uns dos outros. Uns falam alto outros...

As pálpebras das entrelinhas

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Agora. Sem tirar nem pôr, só e simplesmente: agora. Situou-se no tempo? Ok. Prossigamos.  Agora, você está fazendo mais coisas do que imagina. Sua língua está encostada na parede interna que seus dentes oferecem, na escuridão...

Crônica: A vontade inconsciente é a maior força do ser humano – Sergio Trentini

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Todos os dias quando acorda, antes de abrir os olhos, bem pouco, milésimos de segundo antes é o ponto exato que me refiro. Nesse ponto você está em seu estado mais natural. Seu cérebro...